Acusações não devem ter efeito
O gerente de Defesa Sanitária da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Florisval Bubniak, diz que tais acusações não causarão qualquer efeito à pecuária catarinense. Segundo afirma, o mundo todo conhece os procedimentos de defesa sanitária do Estado. Eles são abertos a quem quer que queria inspecioná-los.
- No comércio de carnes, existem interesses de todos os lados. Somos (os produtores catarinenses) obrigados a pressionar a União Européia, sim, porque somos uma espécie de ilha no Brasil. Temos que pressionar e tentar entrar naquele mercado: não resta a menor dúvida - declara, referindo-se à condição de excelente da avicultura e da suinocultura do Estado.
O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, liderará missão para defender o Brasil.
O governo brasileiro usará como argumento para avançar nas negociações o fato de Santa Catarina ser área livre de febre aftosa sem vacinação reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Fonte: Jornal de Santa Catarina