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Governo e Política : Fiesp e Ministério da Agricultura discutem a defesa agropecuária no país
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 14/11/2007 9:50:19 (540 leituras) Notícias do mesmo autor

A Defesa Agropecuária foi o tema das discussões desta terça, dia 13, na Federação das Indústrias de São Paulo. O Conselho Superior de Comércio Exterior se reuniu com o secretário-substituto de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Odílson Ribeiro e Silva, para entender melhor esta exigência dentro dos atuais acordos internacionais.

A grande competitividade do Brasil nos produtos do agronegócio pode traz restrições comerciais ao país, como as barreiras protecionistas. E é por isso que a sanidade acaba se tornando a maior preocupação do setor. Esta foi uma das questões apresentadas pelo secretário Odílson Ribeiro e Silva.
– A defesa agropecuária está integrada em todo processo produtivo. Ela vai desde a verificação do insumo que vai ser utilizado, tanto na agricultura como para pecuária, como agrotóxicos, fertilizantes, sementes, até o produto final – afirmou Ribeiro e Silva.
Mas o que não se discute é o poder atual do consumidor nas exigências sanitárias.
– Acho que o grande desafio para o futuro é que o consumidor tem uma idéia clara da defesa agropecuária,e o que a defesa agropecuária pode fazer para a qualidade do produto que ele consome – afirmou Ribeiro e Silva.
– Muitas vezes os países importadores utilizam a sanidade como pretexto para fazer protecionismo, mas apesar disso, essa tem que ser a preocupação, porque o consumidor hoje se torna cada vez mais exigente – disse Sérgio Amaral, ex-embaixador do Brasil, atual coordenador dos Conselhos Superiores da Fiesp
Empresários e Ministério da Agricultura discutiram os desafios do Brasil em relação às questões sanitárias. A partir de agora, o Conselho de Comércio Exterior da Fiesp deve elaborar um documento com sugestões de práticas a serem implementadas com urgência em todas as cadeias produtivas. Ações que devem ajustar o produto brasileiro às exigências internacionais.
– Se nós não nos ajustarmos, nós estaremos permanentemente ameaçados de barreiras, crises na exportação, crises que criam uma instabilidade para o produtor exportador brasileiro – concluiu Amaral.

Fonte: Canal Rural

 
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