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Avicultura : Com volume de exportação menor, preço do frango cai 27%
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 16:03:50 (3 leituras)

A oferta maior, provocada provavelmente pela entrada no mercado nacional de produto destinado à exportação, segundo representantes do setor, fizeram as cotações do frango despencarem quase 30% em janeiro. A queda é inédita na série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) .

"A sazonalidade sempre ocorre, só que neste ano foi potencializada", reconheceu o diretor de Mercados, da União Brasileira da Avicultura (Ubabef), Ricardo Santin. Para ele, um dos motivos está na criação de aves que foram comercializadas neste mês, pois "alguns desses frangos foram criados com o milho mais barato, antes das secas na Região Sul", afirmou Santin.

Além disso, uma vez que dezembro do ano passado foi um mês de recorde das vendas externas da carne de frango, "empresas que estavam retomando as exportações, com as oscilações do dólar, voltaram-se novamente para o mercado interno", acrescentou Santin, levantando hipóteses para explicar o fenômeno da queda acentuada do preço do frango em janeiro.

O quilo do frango vivo ficou 27% mais barato no mês passado, indo de R$ 1,96 no último dia de 2011 para R$ 1,43 na última sexta-feira (27). Para efeito de comparação, a cotação do animal vivo havia perdido 9,5% de valor em janeiro do ano passado, quando custava em média R$ 1,88 - no fim de 2010, o preço era de R$ 2,08, de acordo com o Cepea.

"É normal que os preços comecem a cair já na semana de festas do fim de ano. O que surpreende é a velocidade com que têm caído, principalmente os do frango vivo", disse a pesquisadora Camila Ortelan, do Cepea.

Na Região Metropolitana de São Paulo, a cotação da ave congelada perdeu 15,9% de valor em janeiro - chegando a ser cotada a R$ 2,67 - e a do animal resfriado, 17,4% - a R$ 2,52. "Esses patamares de preço só foram observados em junho de 2011, o pior período para o frango, pois a oferta excedia a demanda. Então o frango perdeu tudo o que tinha recuperado até aqui", analisou Camila (referindo-se também ao preço do frango congelado).

As cotações atuais apresentam as maiores quedas desde que o Cepea começou a acompanhar o preço da ave, em 2004.

Contudo, para Santin, da Ubabef, os preços devem ser retomados nas próximas semanas, graças ao fim do período de alta sazonal e do ajusta de estoques que, sgundo ele, os empresários já estão promovendo.

SNA avalia

Apesar da forte queda do preço neste início de ano, a avicultura nacional deve ter um crescimento visto como moderado neste ano: em torno de 2%, na produção e na exportação, considerando os efeitos da crise financeira internacional. A avaliação foi feita ontem na Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), no Rio de Janeiro, pelo presidente da Ubabef, Francisco Turra, segundo a Agência Brasil.

O consumo interno atingiu 47,4 quilos por habitante ao ano, em 2011. Ex-ministro da Agricultura entre 1998/1999, Turra manifestou, entretanto, que, para 2012, o setor preferiu ser cauteloso nas previsões. "Nós somos até conservadores. Não estamos fazendo projeção de grande crescimento. Mas nós não vamos nem empatar, nem decrescer".

Turra explicou que há muita turbulência no mercado exterior. Alguns países compradores, com o objetivo de proteger o produtor local, começam a ameaçar as exportações brasileiras de aves. "Se não tivéssemos 154 mercados abertos, teríamos sofrido muito."

A Rússia foi um dos países que embargaram as compras do produto brasileiro, de forma "indevida e injustificada", na opinião de Francisco Turra. Irã e Iraque também reduziram as importações "para proteger o seu produtor".

A produção avícola nacional cresceu 7% em 2011, fazendo do Brasil o segundo maior produtor do mundo, "junto da China e logo depois dos Estados Unidos". As exportações evoluíram 3,2%, mantendo o Brasil na liderança internacional, com 40% do mercado mundial.

Em relação ao consumo, o crescimento observado foi 10% no ano passado. O presidente da Ubabef disse que as classes C e D estão consumindo muita proteína. "O brasileiro come 47,4 quilos de frango, 35 quilos de bovino e 15 quilos de suíno [por ano]. Acho que o brasileiro hoje tem acesso [ao consumo de proteínas] mais democratizado, universal. E a carne de frango é mais barata."

Na área da exportação, argumentou que o mês de janeiro surpreendeu favoravelmente. "Nós vamos crescer em relação a janeiro do ano passado mais de 10%." Os números do desempenho do setor neste primeiro mês do ano serão divulgados hoje.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nutrição e Alimentação : Problema no pasto aumenta gasto com ração animal
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 16:01:40 (16 leituras)

Os produtores de leite do Paraná estão refazendo suas contas após a seca. Com o problema de crescimento dos pastos e a tendência de valorização das cotações da soja e do milho – principais componentes da ração animal – os pecuaristas estão sendo obrigados a gastar mais do que o previsto com a nutrição dos animais. A esperança do setor é que os preços do produto também se valorizem assim que a redução da produção seja consolidada. “A ex­­pectativa de aumento do preço existe, mas sem previsão real do mercado”, diz Haroldo Farinon, que há 11 anos trabalha com leite. Atualmente, Farinon recebe R$ 0,80 por litro pago pela empresa Laticínios Novo Horizonte, onde entrega a sua produção. Dono de 250 hectares plantados com milho, o produtor se prepara para utilizar parte da produção para suprir o consumo interno de ração dos animais. Mesmo assim, ele calcula que o custo de produção será elevado em 15%.

O presidente da comissão de bovinocultura de leite da Faep, Ronei Volpi, acredita, no entanto que se ocorrer o desequilíbrio do setor, onde a oferta não acompanhe a demanda, o preço do leite pode sofrer reajuste para cima “O impacto é grande. A alta do leite pode ser acima da inflação”, destaca Volpi. Também existe a possibilidade de que o consumidor final pague parte do aumento da conta em função dos problemas gerados pelo fenômeno La Niña

Responsáveis pelo recebimento e remuneração dos volumes de leite, as indústrias de laticínios sinalizam “o aumento do custo precisa ser absorvido pelo produtor”, alerta Eldo Lauro Ber­­ger, gerente do departamento de pecuária da Cooperativa Batavo, no Campos Gerais.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócios : Captação de leite no Brasil diminui 2,2% em 2011, segundo o Cepea
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:49:46 (8 leituras)

A captação de leite nos sete principais estados produtores do país diminuiu em 2011. Conforme pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, no ano passado, o Índice de Captação de Leite (ICAP-Leite), calculado com base em amostragem do volume recebido por cooperativas e laticínios de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia) foi 2,2% menor que o de 2010.

Os únicos estados que registraram aumento da captação de leite em 2011 foram Paraná e Bahia, em 3,3% e 1,1%, respectivamente. A maior redução frente a 2010, de 14%, ocorreu novamente em Goiás – em 2010, o índice de captação deste estado havia recuado 9% sobre o de 2009. Segundo agentes de mercado consultados pelo Cepea, em algumas regiões de Goiás, a produção leiteira tem forte competição principalmente com a cana-de-açúcar, o que fez com que muitos produtores saíssem da atividade pecuária.

Em São Paulo, houve redução de 4,3% e, em Minas Gerais, de 2,8%. Algumas regiões do estado paulista já apresentam, há alguns anos, decréscimos na produção de leite, dada a competição por área com outras atividades. Além disso, de forma geral, o recuo na captação de leite indica um certo desestímulo por parte de produtores – vale ressaltar que, principalmente no primeiro semestre de 2011, os custos de produção estiveram em patamares elevados.

No Rio Grande do Sul, a produção de leite foi prejudicada por fatores climáticos durante a safra de inverno e no final do ano passado. Assim, houve redução de cerca de 3% na comparação com a captação média diária de 2010.

Fonte: Globo Rural

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Ambiente em Foco : CNA promove debate sobre agricultura de baixo carbono
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:48:15 (9 leituras)

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promove nessa terça (31/1), um debate sobre a agricultura de baixo carbono. O tema será discutido durante o seminário de lançamento do Guia da Agricultura de Baixo Carbono, primeiro de uma série de quatro encontros regionais organizados pela confederação em parceria com a Embaixada Britânica, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Banco do Brasil e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, fará a abertura do evento, que contará também com a presença do secretário-executivo do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, e da conselheira da Embaixada Britânica, Stephanie Al-Qaq, além de especialistas e de produtores que tiveram experiências bem sucedidas com a adoção de práticas sustentáveis em suas propriedades, como o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli.

Segundo a CNA, os seminários também servirão para esclarecer produtores, técnicos dos bancos e extensionistas rurais sobre os procedimentos para acesso às linhas oficiais de financiamento, que somam R$ 3,5 bilhões nesta safra, para a adoção de práticas que contribuam para a redução da emissão de Gases de Efeito Estufa (GEEs) na atividade rural.

Fonte: Globo Rural

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Suinocultura : Suinocultura em Mato Grosso está perto de ser inviabilizada
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:46:34 (7 leituras)

Segundo nota divulgada pela Associação dos Criadores de Suíno do Mato Grosso (Acrismat), a suinocultura no Estado será inviabilizada caso o governo não ofereça incentivos fiscais aos suinoculturores.

Em 2011, o suinocultor contou com a redução parcial da base de cálculo do ICMS para a comercialização da carcaça do suíno, porém, o decreto foi revogado no final de 2011.

Durante todo o ano de 2011, o suinocultor enfrentou queda de preços dos animais e aumento dos custos de produção. No final do ano, foi pedida a isenção total do ICMS da energia rural, por alguns meses, mas o benefício não foi concedido pelo governo do Estado.

Fonte: Globo Rural

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Agronegócios : Preço em queda do boi gordo mexe com o mercado de bezerros
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:44:00 (7 leituras)

O ano chegou com incertezas para Rogério Rosalin, gerente de uma propriedade localizada no município de Figueirão, norte de Mato Grosso do Sul. O manejo é para criação de bezerros e ele conta que o animal vendido por R$ 650 na região não agrada o criador.

No ano passado, saíram da propriedade para as fazendas de engorda mais de 2.500 cabeças. Em um dos lotes que estão prontos para serem comercializados, há 800 animais que já atingiram peso ideal para venda. Mas o momento é de cautela e o produtor vai esperar mais um pouco para iniciar as negociações. “Nosso custo de produção é alto, então vamos esperar a valorização da arroba do boi gordo”, argumenta.

Se para uns o momento é de apreensão, para outros, é hora de negociar. Rubens Berquó trabalha com a recria dos animais e conta que agora é o momento certo para comprar bezerros. “O preço do bezerro está em baixa e nós podemos ter algum lucro”.

O bezerro terminou janeiro acumulando queda de mais de 6%. O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), José Lemos Monteiro, explica que o principal motivo para a queda no preço do bezerro é o clima. Como as chuvas atrasaram mais uma vez, houve pouca oferta de pasto e mais animais foram colocados à venda do que o comum.

Em relação ao preço pago, Monteiro conta que para a pecuária não ser menos lucrativa do que todas as commodities rurais seria preciso um incremento de 5 a 10%.

Fonte: Globo Rural

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Rastreabilidade : Mapa aprova controle paraguaio para exportação de carne
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:42:54 (5 leituras)

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) considera satisfatório os controles realizados pelos estabelecimentos paraguaios e pelo serviço veterinário oficial daquele país para a exportação de carne maturada e desossada. A constatação foi comunicada em uma nota técnica conjunta do Departamento de Saúde Animal (DSA) e do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) após a análise do relatório da missão veterinária do Ministério, encerrada no dia 20 de janeiro.

Segundo o documento, os frigoríficos e o Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal do Paraguai (Senacsa, sigla em espanhol) promovem, até o momento, as garantias efetivas para a mitigação do risco de introdução do vírus da febre aftosa quando da importação de carne bovina desossada e maturada. Somente esse tipo de carne pode entrar no Brasil desde dezembro de 2011. A exceção é o Estado de Santa Catarina, reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação e que não pode receber carne do Paraguai.

Durante dez dias, a missão brasileira inspecionou três plantas frigoríficas com maior volume de exportação para o Brasil. O objetivo da visita foi avaliar os procedimentos de certificação sanitária atestados pelo serviço oficial paraguaio em atendimento aos requisitos sanitários estipulados pelo DSA, de forma a assegurar que as carnes importadas não são eventuais veículos de entrada do vírus no Brasil.

Além de reuniões com as autoridades do Senacsa, os dois auditores do Ministério da Agricultura verificaram procedimentos e revisaram os registros de inspeção ante e post mortem, rastreabilidade do processo de abate/desossa/estocagem/expedição, produção de carne bovina habilitada, execução da maturação sanitária e calibração de instrumentos. Os trabalhos também se estenderam às estruturas de campo do Senacsa, onde foram analisados os controles de saúde animal mediante análise da base de dados do trânsito de animais, verificação documental dos procedimentos de controle e registros das movimentações de animais e atualização do cadastro de produtores e propriedades.

Diante do quadro, o DSA se comprometeu em estudar a possibilidade de redução da área atualmente proibida (todo o Departamento de San Pedro) para restringir apenas a zona norte do Departamento. Para tanto, deverão ser adotadas garantias adicionais para evitar que quaisquer propriedades do restante do País que receberem animais oriundos dessa região também se tornem impedidas de enviar animais para abate destinados à exportação ao Brasil, por um período mínimo de 30 dias.

O Comitê Veterinário Permanente do Mercosul (CVP) também divulgou um comunicado oficial sobre a missão de cooperação técnica realizada pela entidade, de 15 a 21 de janeiro, no país vizinho. O documento, que poder ser visualizado no site do CVP, sugere uma série de medidas para controlar a situação de emergência que o Paraguai enfrenta atualmente e cumprir com o Plano Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), ou seja, eliminar a doença em todo o continente até 2020.

Fonte: Agronotícias

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Veterinária : Produtor catarinense patenteia produto que evita infecções em animais
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:41:57 (28 leituras)

É possível inovar e ser um empresário no campo com incentivo e apoio. O produtor rural pode ter visão empreendedora e fazer a diferença. Um bom exemplo vem do município de São José, no litoral de Santa Catarina. Um produtor não só teve uma boa ideia como foi atrás e desenvolveu o projeto: criou um anel que é colocado no brinco de identificação dos animais para evitar a ocorrência de infecções. Com o apoio da Administração Regional do Senar de Santa Catarina, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), patenteou o produto e pensa em comercializá-lo.

Oscar Nazareno de Sousa é pecuarista e técnico em reprodução animal e possui uma propriedade em Forquilhinhas, São José. Ao analisar que era comum a ocorrência de infecções nas orelhas dos animais após a colocação do brinco de identificação, começou a pensar em produtos que evitassem as doenças, mas que fossem diferentes dos existentes.

Em 2011, quando participou do Programa Empreendedor Rural (PER) do Senar/SC em Angelina, o produtor manifestou interesse do projeto e recebeu o apoio dos instrutores da entidade e do Sindicato Rural de São José para desenvolver a pesquisa. A experiência começou com 150 bovinos e deu certo. Em outubro, Sousa encaminhou o processo para patentear o produto, registrado como “Anel repelente e cicatrizante para identificação animal”, para ser usado em bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.

Hoje, o produto serve como base de pesquisa em búfalos, na região de Dourados (SP), coordenada pelo Centro de Pesquisa do Agronegócio da Universidade de São Paulo (USP). "É muito gratificante ver um projeto se desenvolvendo, ainda mais por ser um produto benéfico para milhares de produtores que enfrentam esse problema com os animais", diz o produtor.

Segundo Sousa, geralmente os produtores aplicam o brinco e deixam o animal ir ao campo. Quando percebem, as infecções tomaram conta da orelha do animal. O anel contém um anti-inflamatório que evita a ocorrência de doenças. Além disso, o repelente mata as larvas que são deixadas pelas moscas no local, impedindo a presença de miíase, mais conhecida como bicheira. "Os medicamentos atuam cerca de 35 dias no local, prazo superior às duas semanas consideradas críticas para o surgimento de doenças após a perfuração para o uso do brinco", explica.
O laudo científico que comprova os resultados sairá nos próximos dias. O passo seguinte, de acordo com o produtor, é buscar incentivos para comercializar o produto. "Já recebi proposta para vender o projeto ou então negociar e receber os royaltes mensalmente. Mas há também a possibilidade de investir na comercialização, se conseguir apoio", afirma.

Fonte: Portal Agrosoft

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Agronegócios : Mapa pede a abertura do mercado canadense aos cortes bovinos e suínos
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:41:05 (5 leituras)

Os principais temas do comércio agropecuário entre o Brasil e o Canadá são discutidos na 5º Reunião do Comitê Consultivo Agrícola (CCA) Brasil-Canadá. O encontro termina nesta quarta-feira, 25 de janeiro. Técnicos dos ministérios da Agricultura dos dois países estão reunidos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, e em teleconferência com a capital canadense de Ottawa.

A agenda trata de biotecnologia, políticas regionais e bilaterais de comércio, cooperação em política agrícola, pesquisa e tecnologia no setor agropecuário.Temas como a cooperação técnica entre os dois países e a continuidade das negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio também estão na pauta do encontro.

A delegação brasileira defende a abertura do mercado de carne bovina in natura da Zona Livre de Febre Aftosa e de carne suína de Santa Catarina. Do lado canadense, o interesse é pela venda de produtos de pesca e aquicultura e de sêmen e embrião de ovinos e caprinos.

Brasil e Canadá são dois grandes exportadores de produtos agrícolas. O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Célio Porto, explica que os dois países são vistos como potenciais fornecedores de alimentos. “O mundo vai precisar (de alimentos) nas próximas décadas para atender à demanda de uma população que chegará a nove bilhões, em 2050”, diz ele.

Porto acrescenta ainda que a crescente demanda por alimentos também será decorrente do aumento de renda nos países em desenvolvimento. “Por isso, há identificação de interesses entre os dois países na área agrícola”, conclui o secretário.

Para o vice-ministro adjunto de Agricultura canadense, Jamshed Merchant, o primeiro dia de discussão do CCA foi muito produtivo. “Ambos os países tiveram a oportunidade de discutir uma variedade de interesses agrícolas, alimentar e de comércio, e também como poderão fomentar a cooperação para avançar nesses assuntos que são tão importantes para as indústrias brasileiras e canadenses”, diz Merchant.

O Canadá ocupa a 27ª posição entre os destinos dos produtos do agronegócio brasileiro. Em 2011, as vendas para aquele país renderam US$ 849 milhões, com destaque para açúcar e café verde. No fluxo contrário, os brasileiros importaram do Canadá US$ 292 milhões. Os principais produtos importados do Canadá são trigo, rações para animais domésticos e lentilhas secas.

Fonte: Suinocultura Industrial

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Raiva : Paraná registra 18 casos de raiva bovina
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 31/1/2012 15:39:41 (2 leituras)

A Secretaria de Agricultura do Paraná está monitorando 22 casos de raiva bovina no Estado, doença transmitida por mordidas dos morcegos hematófagos contaminados. Até sexta-feira (20), foram notificados 18 casos em bovinos, os demais em equinos e mulas, distribuídos principalmente na região norte do Estado. "O importante é que os produtores adotem medidas preventivas para que possamos combater e acompanhar esses focos", alerta em nota no site da Secretaria a médica veterinária Elzira Jorge Pierre, responsável pela área de raiva do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis).

Entre as medidas, está a notificação dos casos aos Núcleos Regionais da Secretaria e às Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV), para que se possa acompanhar a evolução da doença nos animais. Em caso de morte, é preciso realizar a coleta do material para diagnóstico. Os proprietários dos animais também devem informar sobre a existência de abrigos de morcegos hematófagos, como bueiros, casas abandonadas, ocos de árvores, cavernas e outros locais.

Paralelamente, a Secretaria ressalta que o produtor deve vacinar seu rebanho contra a raiva bovina. "A doença não tem cura e, uma vez contaminado, o animal morre. Ela também pode passar dos animais para os homens, levando-os à morte", diz a nota.

No caso das pessoas que tiveram contato com animal positivo para a raiva, é feita a notificação à Secretaria da Saúde, que avaliará a necessidade ou não de vacinação pós-exposição. Os primeiros sintomas apresentados pelos bovinos infectados são perda de apetite, salivação, inquietação e mudança de hábitos, isolando-se dos demais animais do rebanho. O vírus paralisa os membros posteriores dos animais, o que causa dificuldade na locomoção.

Fonte: Globo Rural

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Ciência e Tecnologia : Biodisel de sebo bovino
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 23/1/2012 17:39:33 (28 leituras)

A implantação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), em 2005, estimulou a produção de oleaginosas a partir da agricultura familiar e a negociação do biodiesel por leilões, impulsionando o desenvolvimento da indústria de biodiesel no país.

Hoje, aproximadamente 80% da produção brasileira de biodiesel provem da utilização do óleo de soja, de 9 a 15% advêm do uso de sebo bovino, cuja participação em 2009 foi quase seis vezes superior à soma do uso da mamona e da palma.

Porém, a gordura bovina ainda é pouco associada à produção de biodiesel, seja pela incipiência de um mercado organizado para o sebo ou pelas poucas informações acerca das transações entre fornecedores e as plantas produtoras de biodiesel.

A fim de compreender os problemas encontrados no sistema agroindustrial do biodiesel, especialmente no que se refere ao uso do sebo bovino como matéria-prima, o economista Gabriel Levy, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP/ESALQ), buscou definir variáveis que poderiam implicar maior eficiência à cadeia do biodiesel e verificar se a integração vertical é o regime de governança mais apropriado para este setor. Na pesquisa, orientada pela professora Márcia Azanha Ferraz Dias de Moraes, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), foi realizado um estudo multi-caso com oito usinas de biodiesel no Brasil que utilizam sebo bovino como matéria-prima.

De acordo com o pesquisador, o fato de o Brasil possuir o segundo maior rebanho bovino do mundo, aliado ao baixo preço da matéria-prima e ao alto aproveitamento desta na produção de biodiesel (até 93%), podem explicar o desenvolvimento dessa indústria no país. Além disso, Levy afirma que a utilização desta fonte de matéria-prima de um lado permite a expansão da produção sem a concorrência com a produção de alimentos, e de outro pode ser uma forma ambientalmente melhor de destinação do resíduo. "O biocombustível revelou-se um possível destino para o sebo, além dos cosméticos, sabões e ração animal. Assim, poderia resultar na menor geração de danos ambientais, como contaminação de solos e lençóis subterrâneos no despejo do material no ambiente", explica.

Entretanto, a produção de biodiesel com sebo bovino apresenta problemas na aquisição da matéria-prima, pela falta de coordenação na cadeia produtiva entre frigoríficos/graxarias e usinas de biodiesel. "A falta de um mercado organizado traz problemas referentes às oscilações do preço deste produto, bem como sobre a qualidade da matéria-prima, constituindo-se um ponto relevante, visto que um material de má qualidade pode implicar na geração de custos adicionais aos produtores de biodiesel, pela necessidade de tratamento do sebo e purificação dos resíduos pelas usinas. A maior consequência do problema referido é a geração de um combustível de má qualidade", afirma.

Integração

A pesquisa conclui que a integração vertical pode ser considerada a estrutura de governança mais apropriada para a produção de biodiesel a partir de sebo bovino, dada a falta de padronização existente. Levy explica que o sebo é um ativo com especificidades técnicas e físicas, o que atesta tanto a necessidade de criação de normas técnicas para a padronização da matéria-prima, como também a extensão do selo social ou criação de certificação ambiental para o sebo bovino a fim de melhorar a coordenação entre os agentes das transações por meio de políticas públicas, o que poderia estimular a diversidade de matérias-primas além da possibilidade de abatimento das emissões de gases poluentes pela atividade pecuária. "A verticalização representaria um meio de reduzir os riscos associados à baixa qualidade do material, como também diminuir custos vinculados à informação sobre o produto. Neste sentido, a questão relacionada à informação justifica a percepção de que a integração vertical possa ser a configuração mais apropriada, uma vez que internalizaria as transações e reduziria os problemas relativos ao fornecimento. Assim, não apenas traria modificações positivas para ampliação do uso da matéria-prima na produção do biodiesel, como também possibilitaria alterações estruturais nas formas de comercialização do sebo bovino", conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vida e Ambiente : Fiscalização do trânsito de animais e vegetais em MG aumenta em 2011
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 23/1/2012 17:38:20 (11 leituras)

Dados da Coordenadoria de Apoio à Operação Fiscal (COF) do Instituto indicam que, desse total, 63.956 correspondem a documentos de Guia de Trânsito Animal (GTA) e 85.431 de Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV).

O objetivo de fiscalizar a documentação sanitária para o transporte de animais é controlar o trânsito (incluindo o de produtos e subprodutos de origem animal) para garantir que esses produtos sejam transportados em condições adequadas, com proteção contra alterações e danos, para impedir a contaminação e proliferação de micro-organismos que possam ser prejudiciais à saúde humana.

Sendo assim, todo veículo que transporta produtos de origem animal está sujeito à fiscalização do IMA. Os produtos também devem estar devidamente identificados com rótulos, lacres, carimbos e chancelas de inspeção, esta última, indispensável a todos que são de origem animal.

Já as fiscalizações dos documentos para o transporte de vegetais visa impedir a disseminação de pragas no estado. O trabalho é feito através de inspeções das cargas, aferição de notas fiscais além da conferência da própria PTV. Todos esses documentos são exigidos por lei. A vistoria desta documentação acontece nas barreiras fixas de fiscalização sanitária e durante as blitzen realizadas nas rodovias estaduais.

O IMA conta atualmente, com 16 barreiras sanitárias fixas, que funcionam 24 horas por dia, em regime de plantão. A maioria trabalha em conjunto às barreiras fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda e contam com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais e Polícia Rodoviária Federal.

Os municípios onde essas unidades estão instaladas são Além Paraíba, Borda da Mata, Carneirinho, Córrego Danta, Conceição das Alagoas, Contagem, Delta, Divisa Alegre, Espinosa, Extrema, Fronteira, Martins Soares, Matias Barbosa, Teófilo Otoni, Paracatu e Planura. E se encontram na divisa entre os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Goiás.

De acordo com o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o balanço de fiscalizações realizadas durante o ano de 2011 foi positivo. Para ele, o controle intensivo do trânsito é uma ação de extrema importância que colabora para o rastreamento de cargas em Minas. "A vigilância nas divisas do estado colabora com a investigação e identificação de cargas irregulares, através de um controle on-line do trânsito de animais e vegetais, evitando que doenças e pragas sejam disseminadas”, informa.

Aumento das fiscalizações móveis

Outra estratégia utilizada pelo IMA para assegurar produtos e subprodutos de origem animal e vegetal de qualidade, é a realização de fiscalizações móveis em todo o território mineiro - as blitzen.

Estas operações, assim como as barreiras de fiscalizações fixas, visam à checagem da carga dos veículos e a verificação de documentos sanitários, como GTA e PTV. O número de fiscalizações móveis tem aumentando a cada ano. Em 2008 foram 792, chegando em 2009 a 1.022 e em 2010 a 1.132 blitzen. Durante 2011, foram realizadas 1.220 blitzen, com a fiscalização de 49.871 veículos no estado, sendo 2.710 veículos a mais que o ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agronegócios : Período exige monitoramento redobrado contra ferrugem
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 23/1/2012 17:36:49 (15 leituras)

Além do clima favorável para o desenvolvimento da doença, as chuvas trazem consigo a dificuldade no tratamento e aplicação dos defensivos agrícolas necessários para reduzir os focos. Diante da situação, a Aprosoja mantém a orientação aos produtores quanto à necessidade do monitoramento e acompanhamento diário da plantação.

O gerente técnico da Aprosoja Mato Grosso, Nery Ribas, afirma que neste período é normal o aumento de registro de novos casos da doença. “Com a evolução da colheita, a cada dia, é natural o aparecimento de novos focos da ferrugem na soja. A palavra de ordem continua sendo monitoramento. Cabe ao produtor fazer um monitoramento efetivo, com acompanhamento diário da lavoura para evitar maiores prejuízos.”

Com o tempo fechado, úmido e chuvoso, Ribas destaca a dificuldade no combate da ferrugem. Com a persistência das chuvas, o produtor têm encontrado inúmeros empecilhos no que diz respeito ao tratamento da lavoura, é por isso que nesse período recomendamos o monitoramento presencial na lavoura e o acompanhamento virtual no mapa da dispersão, atualizado diariamente pelo Consórcio Antiferrugem, e disponível no site da Aprosoja no link: http://www.consorcioantiferrugem.net/portal/

Alguns produtores rurais já estão preocupados com a possibilidade de redução da produtividade. Em Sorriso, o presidente do sindicato rural, Laércio Lenz, comentou que produtores que deram início a colheita da safra de soja vem comentando sobre redução na produtividade, em relação ao ano passado. A safra que começa a ser colhida na região é a chamada precoce, dado ao adiantado do plantio e as variedades de curto ciclo, para oportunizar uma segunda safra, geralmente plantada com milho. A ferrugem asiática apareceu nas lavouras da região com muita intensidade. “Essa diferença entre as lavouras, onde uma é precoce e outra com o ciclo normal têm proporcionado a disseminação da doença de uma lavoura para a outra e temos muito trabalho para o combate à este mal. Temos casos que precisaram de três ou até quatro aplicações de defensivos contra a ferrugem, imagine o custo disso no fechamento da contabilidade da safra, além da perda de produtividade”, declarou Laércio.

PROJETO ANTIFERRUGEM - Nesta safra, o Projeto Antiferrugem possui 11 mini-laboratórios instalados em cidades núcleos da Aprosoja. O intuito é monitorar da incidência da ferrugem da soja, auxiliando o produtor na identificação da doença. Participam do projeto os municípios de Querência, Canarana, Nova Xavantina, Gaúcha do Norte, Campo Verde, Jaciara, Rondonópolis, Alto Taquari, Tapurah, Vera e Campus de Júlio.

LEVANTAMENTO - Até o momento, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) ainda não divulgou dados referentes à perda de produtividade relacionada a incidência da ferrugem asiática na lavouras do estado. Segundo o Instituto, esses números só podem ser apurados mediante o avanço da colheita, que nesta safra ainda está em 2,7% da área plantada com soja no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ambiente em Foco : Anvisa publica novos critérios para o registro de agrotóxicos
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 23/1/2012 17:34:16 (14 leituras)

Os estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos, elaborados pelas empresas para registrar esse tipo de produto no Brasil, terão que seguir metodologias semelhantes às adotadas internacionalmente. A norma está em uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta segunda-feira (23/1) no Diário Oficial da União.

A norma fixa todas as condições técnicas a serem observadas pelas empresas na condução dos estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos, tais como: critérios para preservação de amostras, apresentação de estudo de estabilidade de agrotóxico na cultura e curva de dissipação.
Com esse regulamento, a Anvisa espera garantir mais segurança na condução das análises de resíduos de agrotóxicos em alimentos. De acordo com o diretor da agência, Agenor Álvares, os estudos de resíduos elaborados em condições insatisfatórias ou inadequadas aumentam o custo e o tempo de análise dos produtos.

O novo regulamento é uma atualização da Resolução RDC 216/2006 da agência. Com essa norma, os estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos passam a seguir as recomendações metodológicas do Codex Alimentarius, programa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

No Brasil, o registro de agrotóxicos é feito pelo Ministério da Agricultura, órgão que analisa a eficácia agronômica desses produtos. Porém, a anuência da Anvisa e do Ibama é requisito obrigatório para que o agrotóxico seja registrado.

A Anvisa faz a avaliação toxicológica dos produtos quanto ao impacto na saúde da população e estabelece os limites máximos de resíduos em alimento, bem como o intervalo de segurança que deve ser observado entre a última aplicação do agrotóxico e a colheita. Já o Ibama observa os riscos que essas substâncias oferecem ao meio ambiente.

Fonte: Globo Rural

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Agronegócios : Brasil e Canadá debatem agenda bilateral do agronegócio
Enviado por Délcio César Cordeiro Rocha em 23/1/2012 17:32:20 (13 leituras)

Os principais temas do comércio agropecuário entre Brasil e Canadá serão discutidos, nesta terça e quarta-feira (24 e 25/1), na 5ª Reunião do Comitê Consultivo Agrícola (CCA) Brasil - Canadá. O encontro acontece na sala do CNPA, no térreo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, DF, a partir das 9h.

Temas como a cooperação técnica entre os dois países e a continuidade das negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) estarão na pauta da reunião. A delegação brasileira defenderá a abertura do mercado de carnes in natura bovina da Zona Livre de Febre Aftosa e suína de Santa Catarina. Do lado canadense, o interesse é pela venda de produtos de pesca e aquicultura e de sêmen e embrião de ovinos e caprinos.

O CCA vai reunir autoridades e técnicos do Mapa, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Pesca e Aquicultura e das Relações Exteriores (MRE), do Ministério da Agricultura do Canadá, da Agência Canadense de Inspeção de Alimentos e da instituição responsável por pesquisa no setor naquele país.

CCA
O CCA com o Canadá foi instituído há cinco anos com o propósito de intensificar as relações no setor agrícola, expandir o fluxo comercial entre as duas economias e promover o intercâmbio de conhecimentos técnico-científicos. Além do Canadá, Estados Unidos, Chile, China, Coreia do Sul, Indonésia e Rússia são países com os quais o Brasil mantém esse comitê.


Fonte: Globo Rural

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